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O Pastor

Rodrigo Odney dos Santos Cunha.

É o pastor da Primeira Igreja Batista em Pompéia. Casado há 14 anos com Viviane, Bel. Música Sacra, é o pai da pastorefamilia2Vívian Larissa e Sophia Rafaela. Rodrigo graduou-se em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, PE. Pós graduado em Aconselhamento Bíblico pela Southeastern Baptist Theological Seminary em parceria com a Faculdade Teológica Batista de Campinas, SP. Atualmente está cursando a pós graduação em Exposição Bíblica pelo Pregue a Palavra e cursando Gestão Empresarial pela Faculdade de Tecnologia do Centro Paula Souza. No seu último ano de bacharelado em teologia foi examinado por um concílio de pastores batistas, e, sendo aprovado por unanimidade, foi consagrado ao Ministério da Palavra. Nos dois últimos anos de Seminário pastoreou a Congregação Batista Emanuel em Jardim Muribeca, Jaboatão dos Guararapes, PE. Após a colação de grau, em 2006, foi convidado a pastorear a Igreja Batista da Boa Vista, em Arcoverde, PE. No dia 18 de abril de 2009 assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista em Pompéia e com a igreja avança para cumprir a Grande Comissão.

É filiado a Ordem dos Pastores Batistas do Brasil desde 2006.

 

Atribuições do Pastor Titular

Na PIB em Pompéia, como na grande maioria das Igrejas Batistas, o pastor da igreja exerce o cargo de Presidente da Igreja, com as responsabilidades indicadas no Estatuto. Esta é uma questão que respeita tanto a tradição quanto a funcionalidade e a eclesiologia de uma Igreja Batista. Por motivos lógicos, é muito mais adequando que o pastor, líder maior da Igreja, em submissão a Cabeça da Igreja, exerça a Presidência e dirija a Igreja tanto na área espiritual quanto na definição dos seus rumos.

O Pastor da Igreja coordena todas as áreas da Igreja, e é o responsável pelo pastoreio, pelo ensino e pela direção do rebanho. Entre os batistas, o ministério pastoral inclui as funções de bispo (epískopos: supervisor), presbítero (presbíteros: ancião, conselheiro) e pastor (poimén: apascentador). No Novo Testamento, esses títulos são empregados para definir funções distintas do cargo de líder da Igreja; por isso o apóstolo Paulo se dirige aos presbíteros, lembrando-lhes de que eles foram constituídos bispos para apascentarem o rebanho de Deus (Atos 20.28).

Compete, portanto, ao Pastor Titular a condução da Igreja, sempre na busca da Vontade de Deus, e respeitando o desejo da Igreja manifesto em suas assembléias. O Pastor também dirige o Conselho Administrativo e a Equipe de Ministerial, além de ser membro de todas as comissões da Igreja, por conta de sua função como Presidente. É prerrogativa do Pastor indicar os titulares dos ministérios, cujos nomes deverão ser homologados pela Assembléia.

Definição pela Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira

XI – Ministério da Palavra

Todos os crentes foram chamados por Deus para a salvação, para o serviço cristão, para testemunhar de Jesus Cristo e promover o seu reino, na medida dos talentos e dos dons concedidos pelo Espírito Santo. [Mateus 28:19,20; Atos 1:8; Romanos 1:6,7; 8:28-30; Efésios 4:1,4; II Timóteo 1:9; Hebreus 9:15; I Pedro 1:15; Apocalipse 17:14]

Entretanto, Deus escolhe, chama e separa certos homens, de maneira especial, para o serviço distinto, definido e singular do ministério da sua palavra. [Marcos 3:13,14; Lucas 1:2; Atos 6:1-4; 13:2,3; 26:16-18; Romanos 1:1; I Coríntios 12:28; II Coríntios 2:17; Gálatas 1:15-17]

O pregador da palavra é um porta-voz de Deus entre os homens. [Êxodo 4:11,12; Is. 6:5-9; Jeremias 1:5-10; Atos 20:24-28]

Cabe-lhe missão semelhante àquela realizada pelos profetas do Velho Testamento e pelos apóstolos do Novo Testamento, tendo o próprio Jesus como exemplo e padrão supremo. [Atos 26:19,20; João 13:12-15; Efésios 4:11-17]

A obra do porta-voz de Deus tem finalidade dupla: a de proclamar as boas novas aos perdidos e a de apascentar os salvos. [Mateus 28:19,20; João 21:15-17; Atos 20:24-28; I Coríntios 1:21; Efésios 4:12-16]

Quando um homem convertido dá evidências de ter sido chamado e separado por Deus para esse ministério, e de possuir as qualificações estipuladas nas Escrituras para o seu exercício, cabe à igreja local a responsabilidade de separá-lo, formal e publicamente, em reconhecimento da vocação divina já existente e verificada em sua experiência cristã. [Atos 13:1-3; I Timóteo 3:1-7]

Esse ato solene de consagração é consumado quando os membros de um presbitério ou concílio de pastores, convocados pela igreja, impõe as mãos sobre o vocacionado. [Atos 13:3; I Timóteo 4:14]

O ministro da Palavra deve dedicar-se totalmente à obra para a qual foi chamado, dependendo em tudo do próprio Deus. [Atos 6:1-4; I Timóteo 4:11-16; II Timóteo 2:3,4; 4:2,5; I Pedro 5:1-3]

O pregador do evangelho deve viver do evangelho. [Mateus 10:9,10; Lucas 10:7; I Coríntios 9:13,14; I Timóteo 5:17,18]

Às igrejas cabe a responsabilidade de cuidar e sustentar adequadamente e dignamente seus pastores. [II Coríntios 8:1-7; Gálatas 6:6; Filipenses 4:14-18]

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