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Jubileu de Diamante – 60 anos para a glória de Deus!

A história da Primeira Igreja Batista em Pompéia está conectada com a História da Igreja de Deus na face da Terra. Possuímos a mesma fé cristocêntrica que tiveram os primeiros cristãos do 1º século e esteve presente nos reformadores do século XVI e XVII. A Bíblia é a nossa única autoridade de fé e prática. É Palavra Suficiente, Inerrante, Infalível e Eterna de Deus. Cremos em Deus Pai, Santo, Justo, Juiz, Criador e Sustentador de todas as coisas. Cremos no Deus Filho, Jesus Cristo, o Deus encarnado, Salvador e Senhor de nossas vidas. Cremos no Deus Espírito Santo, o Consolador que nos guia e nos dá poder para sermos testemunhas de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Historicamente, como igreja local, fomos organizados no apagar das luzes da década de 50, no dia 24 de fevereiro de 1959, sob a liderança do Pr. Salovi Bernardo, da PIB de Marília. Na ata de organização consta o nome dos 25 membros fundadores, a saber: Miguel Bravo, João Pedro Bravo, Madalena Bravo, Maria Lopes Bravo, Isabel Lopes Bravo, José do Carmo, Maria Alves, Alzira Alves, Ana Maria Melhado, Ermelindo Dias, Antônio Dias, Luis Rodrigues, Iolanda Valoto, Dirce Valoto, Raphael Melhado, Maria Torrubia, Maria Tereza Valderez, Waldete Calderas, Lindomar de Jesus, Salviano de Oliveira, Francisca de Oliveiras, João Gonçalves, Neuza Gonçalves, Tereza Lopes Bravo e Alfeu Priedols dos quais 22 vieram da PIB de Marília, SP, 2 vieram da IB Ibitinga, SP e 1 IB de Adamantina, SP. Deus nos tem dado a alegria de até hoje termos a irmã Madalena Torrubia Bravo, como membro fundadora da igreja.             

Somos a Primeira Igreja Batista em Pompéia. São 60 anos de história. São 60 anos de trabalho incansável de nossos irmãos do passado e do presente que derramaram suas lágrimas, seu suor, deram o melhor de si, para que a nossa igreja fosse plantada e, ao longo de décadas, em meio às tristezas e alegrias e erros e acertos, chegássemos até aqui. Somos testemunhas vivas da verdade declarada por nosso Deus e Salvador Jesus Cristo: “…edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (cf. Mt 16.18).

Ao longo destas décadas, Deus levantou homens que revezaram na tarefa de pastorear as ovelhas de Jesus congregadas na PIB em Pompéia e de proclamar o Evangelho de Cristo aos Pompeenses. Foram eles: 1. Jorge Persiano de Oliveira (02/1964 a 07/1967); 2. Aloísio Barreto da Silva (01/1971 a 04/1972); 3. José Izidoro da Silva (12/1972 a 06/1973); 4. Manuel Paiva Bezerra (01/1978 a 12/1979); 5. José Valdinei de Souza (02/1980 a 01/1983); 6. Renato Gonçalves (01/1984 a 12/1984); 7. Ivan Freitas (06/1985 a 12/1989); 8. Joelito Silva Santos (11/1991 a 06/1995); 9. Moisés Alves dos Santos (02/1996 a 03/1997); 10. Jaaziel M. Pinho Soles (08/1997 a 01/1998); 11. Nélio Ozair Vidal Moraes (03/1998 a 12/2004); 12. José Cosme Chagas Filho (02/2005 a 09/2008); 13. Rodrigo Odney dos Santos Cunha (04/2009 a atual).

Nos últimos 10 anos Deus nos moveu para a edificação de “Uma Igreja Família de Famílias Transformadas em Cristo que Impactam o Mundo”. Somos uma igreja que olha para o futuro com esperança e cônscios da missão que nos foi entregue por Deus que é fazer discípulos de Jesus em todos os lugares que Deus nos enviar. Prosseguimos como uma Igreja sendo edificada nas Escrituras Sagradas que nos concedem as Marcas da Igreja e do Membro Saudável.

A Deus toda honra e glória!

Pr. Rodrigo Odney dos Santos Cunha

Como não ser um incauto?

Na pastoral de domingo passado tratei sobre uma severa advertência que o apóstolo Paulo fez aos incautos da igreja de Roma (cf. Rm 16.17,18). Os incautos são crentes que não tem interesse pela teologia e nem pelo estudo profundo das Escrituras. Os incautos são crentes que se deixam levar pelas emoções e o modismo de seu tempo. Os incautos são crentes que são presas fáceis nas mãos dos falsos pastores e falsas igrejas que os atraem aos seus programas que são agradáveis aos ouvidos e aos prazeres da carne. Deste assunto já tratei semana passada, o alertei sobre o tema, e, hoje, quero mostrar-lhe como um crente incauto abandona o “incautismo”.

Como não ser um incauto? A base do “incautismo” é a negligência, o desinteresse e falta de atitudes que busquem o crescimento no estudo sério e fiel da Palavra de Deus. Portanto, o primeiro passo é ter o Conhecimento Bíblico. Se você não quer ser um crente incauto, seja um crente que deseje e busque aprender da Palavra de Deus. Somos uma Igreja que lhe oferece inúmeras oportunidades de aprender a Palavra de Deus. Participe dos cultos, ouça com atenção a exposição bíblica no domingo de manhã e de noite, bem como nas quartas-feiras. Anote o esboço da mensagem. Na página 3, deste boletim, temos perguntas fundamentais que lhe ajudam a fixar a mensagem. Participe da Escola da Família, nossos cursos são bíblicos e com aplicação para o tempo de hoje.

O “incautismo” é rompido pelo Conhecimento da Palavra de Deus que afeta diretamente a nossa Perspectiva e transforma a nossa cosmovisão, a forma como enxergamos a vida, o mundo com seus desafios os problemas. Assim, o segundo passo é ter a Perspectiva Bíblica. Como você se enxerga, e, como enxerga a realidade que o circunda, é imprescindível que seja segundo a ótica, a revelação da Palavra de Deus. Sem o sólido conhecimento das Escrituras, a sua perspectiva está seriamente comprometida e serás uma presa fácil nas mãos dos falsos pastores.

Assim, a medida que você cresce no conhecimento da Palavra de Deus e tem a sua perspectiva modelada pela Palavra, você terá condições de aplicar esse conhecimento a sua vida prática e diária. Você verifica como Deus trata o tema que está lidando e faz de modo semelhante dentro do seu contexto. Portanto, o terceiro passo é Habilidade Bíblica. O que é isso? É você desenvolver a habilidade de praticar os ensinos da Palavra de Deus a partir do seu contexto de vida. Quais são as suas lutas? Os seus sonhos? Os seus objetivos? As suas metas? Os seus dramas e problemas do cotidiano? Assim, a habilidade diz respeito ao como vou praticar o conhecimento bíblico que possuo dentro da perspectiva revelada nas Escrituras.

Quem vive assim, vive com Convicção Bíblica. Tem convicção de sua fé em Cristo Jesus. Tem convicção de que a Bíblia é a Palavra de Deus. Tem convicção de que não há modo de vida melhor do que aquele que se edificada segundo os propósitos de Deus. Lhe permitindo, portanto, não ser um incauto. Não ser presa fácil nas mãos de aproveitadores da fé que buscam incautos para lhes tirar o que tem. Não seja um incauto! Valorize a sua Igreja. Aproveite o que Deus lhe tem dado!

Juntos Somos Mais, Pr. Rodrigo Odney.

Não seja um incauto!

Ao terminar a sua epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo traz uma severa instrução que não poderia ser negligenciada. A igreja em Roma precisava estar atenta aos falsos mestres, que haviam se infiltrado, e, estavam promovendo uma série de ensinos contrários a Sã Doutrina, que já haviam aprendido. Paulo chama atenção ao fato de que os falsos profetas não servem a Cristo, mas a seus próprios interesses, portanto, falavam o que o povo queria ouvir, o que era agradável aos ouvidos de seus ouvintes. Assim, Paulo deixa claro quem é o tipo de crente que é atraído aos falsos mestres, ele diz: “…. com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos incautos.” (cf. Rm 16.17-18).

O que é um incauto? Segundo o Dicionário de Aurélio, o termo significa: “Desprovido de cautela, precaução, cuidado; desprevenido, imprudente. Que não demonstra malícia ou perversidade; crédulo, ingênuo. Aquele que é desprevenido e ingênuo.” Portanto, o crente incauto é aquele que é imprudente, é desprovido de cautela quanto aquilo que ouve, acredita e segue. Deste modo, o crente incauto sempre é atraído as promessas que são agradáveis aos ouvidos e atendem as suas necessidades. O crente incauto tem um coração volátil que se deixa seduzir por qualquer ensino em nome do amor, da paz, da alegria e da felicidade.

Sabendo disto, o falso mestre desenvolve a sua abordagem e seus ensinos sempre na perspectiva daquilo que é agradável aos seus ouvintes. Sua mensagem sempre será atrativa ao incauto.  Porque para um incauto, teologia e doutrina não importam. Estudar com profundidade a Doutrina da Criação, da Queda, da Redenção e da Glorificação, nem pensar. Ele pensa: “para que eu vou ter esse trabalho.” O que importa é amar uns aos outros, viver em paz com todos e falar do amor de Jesus. O incauto, não busca o seu crescimento espiritual firmado na Sã Doutrina. O incauto, não deseja pensar biblicamente. O incauto, não sabe defender a sua fé, firmado nas Escrituras, não sabe identificar a heresia numa mensagem, e, muito menos, numa letra de música, aliás, a letra não importa, o que importa são os sentimentos e sensações que a música lhe proporciona. Se a música o emociona, é isso que importa.

Por esta razão, é presa fácil nas mãos dos falsos pastores, das falsas igrejas e dos falsos ensinos de nosso tempo. Basta ouvir uma palavra agradável aos ouvidos: de paz, de amor, de alegria, de felicidade e de realização pessoal que abandona a igreja que pertence e argumenta: “eu não sinto o mover do Espírito Santo”; “eu não sinto nada no culto”; “o louvor não toca o meu coração”; “a pregação não me faz rir”. O incauto, procura uma igreja que o faz sentir bem. Ele não quer pensar. Ele não está preocupado com a verdade, está preocupado em atender as suas necessidades e desejos.

Não seja um crente incauto. Aproveite as oportunidades que você está tendo na PIB para crescer espiritualmente segundo a Sã Doutrina. Valorize a sua igreja e tudo o que ela lhe proporciona, e, o chama para juntamente com os demais para servir.

Juntos pela Sã Doutrina, Pr. Rodrigo Odney

Como vai as suas finanças?

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), revelou que no mês de dezembro de 2018, 59,8% das famílias brasileiras, encerraram o ano com dívidas. A mesma pesquisa, apontou, também, que o principal vilão do desequilíbrio financeiro é o mal-uso do cartão de crédito, que representa 78,1% das famílias endividadas.

Um dos fatores que favorecem o alto índice de endividamento é a pressão diária para que se consumir. Vivemos numa sociedade marcada por valores estéticos que apelam aos sentidos e instigam o indivíduo a ter o que não precisa, e, o que não pode adquirir, como fator fundante do ser. Embalados nesta busca, o consumo é desenfreado e desproporcional as necessidades da pessoa e sua família.

Obviamente, outros fatores, também, devem ser elencados, tais como: o desemprego, as altas despesas médicas e hospitalares, furto de veículos, perda salarial e etc. Seja qual for o motivo, o fato, é que, viver essa experiência, é extremamente amargosa. A família sofre. Os pais sofrem. Os filhos sofrem. O custo é muito alto. Quantas famílias já foram desfeitas por causa das dívidas que sufocaram e sepultaram a relação conjugal e familiar.

Seguramente, posso dizer, que não é propósito de Deus que seus filhos vivam endividados. A graça comum é uma das bases elementares para que vivamos uma vida equilibrada e tranquila. O desejo de Deus é que todos possam prosperar como resultado de seu trabalho digno, justo e ordeiro.

Portanto, Deus nos dá, em sua Palavra, os princípios para que administremos sabiamente as nossas finanças pessoais. Um destes princípios encontra-se em Gênesis 41.28-37, quando Deus orientou José, a poupar a quinta parte de tudo que o Egito produzisse no tempo das vacas gordas. Assim, no período das vacas magras, o Egito teria o suficiente para enfrentar e sobreviver o longo período de pobreza que estava por vir.

A aplicação deste princípio à cultura de consumo revela-nos um grave erro na forma como lidamos com o nosso dinheiro. Consideramos que o dinheiro foi feito para gastar. Assim, gastasse o que não pode, o que não precisa e o que não se tem. As consequências são terríveis. Você sofre, sua família sofre e seu desempenho no trabalho é afetado. O endividamento é certeiro.

No entanto, quando damos ouvido a instrução de Deus a José, aprendemos que o dinheiro foi feito para poupar. Assim, usasse o dinheiro com responsabilidade. Eu realmente preciso ter o bem de consumo que desejo? Estou sendo fiel a Deus no dízimo? Já possuo uma poupança que me permita passar por período de escassez? Qual é a minha motivação em gastar?

Quando ignoro os princípios de Deus, tendo a ser falho e a desprezar o dízimo e a poupança. Mas, quando reconheço os princípios de Deus para gestão financeira, aprenderei a entregar fielmente o meu dízimo, me esforçarei para poupar segundo os extras, e, gastarei responsavelmente, conforme a minha renda e necessidades reais.

Que Deus te abençoe e você possa viver a liberdade  e prosperidade financeira que agrada a Deus. Que através do seu suor e trabalho digno, Deus seja glorificado na forma como você ganha e emprega o seu dinheiro. Que você e sua família possa viver sem dívidas e em paz. Que Deus te abençoe e sucessão na gestão das suas finanças pessoas!

Juntos Somos Mais, Pr. Rodrigo Odney

O CRESCIMENTO ESPIRITUAL E O FRUTO DO ESPÍRITO.

A nossa vida deve ser uma imitação da vida de Jesus Cristo, devemos viver como ele viveu. Essa é a vontade de Deus para cada um de nós (Ef 4.13). Mas, como pode o discípulo viver de tal maneira que a sua vida seja uma imitação autêntica da vida de seu Mestre? Como pode o mundo ver Jesus Cristo hoje através de seus discípulos? Para responder a essas perguntas é preciso compreender a função do Espírito Santo.

Quando Jesus prometeu seu Espírito Santo, que o mundo não vê nem conhece, falou um pouco da função dele, especialmente na vida do crente. Jesus no ensina que a função do Espírito Santo é glorifica-lo (Jo 16.14). Tudo que o Espírito faz desde a sua atuação para a conversão do pecador (Jo 16.8-11 1Co 12.3) até a capacitação para viver a vida cristã (Rm 8.11-16), tem a finalidade última de glorificar o nome do Senhor Jesus Cristo.

Uma vez que fomos regenerados por Deus, a nossa nova vida deve ser segundo o Espírito Santo que produzirá em nós as mesmas qualidades encontradas na vida do Senhor Jesus Cristo, ou seja, ele o glorifica ao apresentar o seu o caráter ao mundo através de nós. É isso que a Bíblia chama de fruto do Espírito Santo.

O fruto do Espírito Santo é a evidência da presença e plenitude do Espírito Santo na vida do crente. É o resultado da união vital do crente com Cristo (Jo 15.1-16). Transmite a ideia de crescimento espiritual ordenado e progressivo. O Espírito procura produzir o fruto, reproduzindo Cristo no crente (Gl 4.19; Cl 1.27; Rm 8.29).

Encontramos em Efésios 5.18 a ordem de Deus: “Enchei-vos do Espírito”, com a ideia de ação contínua e crescente, para alcançar a plenitude do Espírito e produzir o fruto do Espírito, em contraste com “não vos embriagueis com vinho”. No Espírito há edificação, santificação, glorificação a Deus. No vinho há obras da carne, devassidão, degradação moral, pecado.

O apóstolo Paulo exorta os crentes da Galácia a andarem no Espírito, a fim de não serem vencidos pelos desejos da carne (Gl 5.16). A carne e o espírito são opostos, travando um contínuo combate (Gl 5.17). O crente que anda segundo a carne, está negando a obra salvadora que o Espírito de Deus promoveu em sua vida.  Quem anda segundo a carne não pode agradar a Deus (Rm 8.8).  Não tem amor à Palavra de Deus (Jo 14.23), não tem vida de oração (1Ts 5.17).  Não testemunha de Cristo habitualmente (At 1.8) e, por isso, o seu louvor não agrada a Deus (Hb 13.15). Não pensa nas coisas que são de cima, mas nas que são da terra (Cl 3.2). Vive como quem não morreu para o pecado (Rm 6.6; Cl 3.3), e não nega a si mesmo, nem toma a sua cruz para seguir a Cristo (Lc 9.23).  Não se consagra a Deus (Rm 2.1,2). Deixou-se atrair pelo mundo (Jo 2.15; Tg 4.4) e não tem a alegria da salvação (Sl 51.12).

Fomos salvos por Deus para vivermos segundo o Espírito e não a carne. Portanto, devemos mortificar os desejos, pensamentos e ações carnais que guerreiam em nosso corpo. Devemos consagrar a nossa vida a Deus, andar no Espírito e produzir o fruto do Espírito (Gl 5.22,23; 1Co 13.1-7). Naturalmente quando buscamos obedecer a Palavra, o Espírito Santo agirá em nós e nos capacitará a produzirmos o fruto do Espírito na integralidade das suas nove virtudes. Viveremos uma vida de unidade e coerência com a nova identidade em Cristo Jesus.

Juntos Somos Mais, Pr. Rodrigo Odney